A pergunta que a maioria das pessoas faz ao entrar no mercado imobiliário é: compro agora ou espero? Precisamos ser honestos: é uma pergunta ruim. O momento de compra importa menos do que o ativo em si.
Um imóvel mal escolhido no momento certo continua sendo um mau negócio, e um bom ativo comprado num momento “ruim” tende a se recuperar. Os dados de Curitiba em 2025 deixam isso claro: mesmo com juros elevados e crédito mais restrito, o preço médio do metro quadrado na cidade avançou 15,1% na comparação anual, acima dos 4,9% da inflação no período, segundo levantamento da Loft.
Um bom investimento não é o mais barato disponível. Afinal, imóvel barato em região estagnada costuma permanecer barato.
O que define um ativo com desempenho consistente é a combinação de demanda sustentada, qualidade do entorno, liquidez e capacidade de manter ou ampliar valor com o tempo.
Em 2025, o preço médio do metro quadrado em Curitiba chegou a R$ 9.148, com alta de 15,1% na comparação anual, enquanto a inflação no período foi de 4,9%.
Isso significa que imóveis bem posicionados entregaram valorização real acima da inflação, mesmo num ano de juros elevados e crédito restrito. Não por acaso: a cidade reúne plano diretor consistente, qualidade de vida reconhecida e um mercado de trabalho diversificado, fatores que mantêm a demanda aquecida tanto para moradia quanto para investimento.
O mercado, porém, não se comporta de forma homogênea, a valorização foi seletiva: localização, tipologia e perfil de renda do comprador fizeram diferença direta na dinâmica de preços. Quem escolheu bem, saiu na frente.
Quem escolheu pelo preço de entrada, nem sempre.
A localização é o fator mais citado e, paradoxalmente, o mais mal avaliado. Não basta estar em um bairro com nome conhecido.
O que importa é o contexto urbano do endereço: infraestrutura existente, mobilidade, perfil dos imóveis ao redor, presença de polos institucionais e comerciais e, principalmente, oferta de terrenos disponíveis para novos lançamentos.
Bairros com oferta restrita de novos terrenos e demanda consistente tendem a valorizar de forma mais previsível. Curitiba tem alguns desses bairros bem mapeados.
O Batel é o mais evidente: o metro quadrado atingiu R$ 16.240 em 2025, com valorização de 40% na comparação anual, sustentada pela escassez de terrenos e pela concentração de serviços de alto padrão.
O Arte Batel, lançamento da Víncere Incorporadora em abril de 2025, está inserido nesse contexto com 34 unidades de 178 m² a 462 m², projeto de Baggio Schiavon, interiores de Fernanda Marques e paisagismo de Luiz Carlos Orsini.
O Centro Cívico combina centralidade institucional e mobilidade.
O Hall Design foi o primeiro lançamento residencial no bairro em dez anos, com studios e residências compactas de 15 m² a 64 m² a uma quadra da Prefeitura de Curitiba, com entrega prevista para o primeiro semestre de 2026.
Já o World Business e o Neo Corporate firmam o eixo corporativo do bairro há mais de duas décadas.
O Juvevê registrou valorização de 11% no preço do m² ao longo de 2025, com o JG1698 estabelecendo novo padrão para lajes corporativas na região.
E o Cabral teve alta de 33% no preço do m² e valorização de 39% no tíquete médio dos imóveis anunciados, com o Quadrata Cabral Mall adicionando fluxo e dinamismo ao bairro.
Um investimento imobiliário que não consegue ser vendido ou locado no momento certo é, na prática, capital imobilizado sem retorno.
A liquidez no mercado imobiliário é a capacidade de vender um imóvel rapidamente e por um preço próximo ao valor de mercado, sem grandes concessões. Imóveis com alta liquidez oferecem maior flexibilidade e segurança financeira para quem precisa resgatar o capital.
Os fatores que mais influenciam a liquidez de um imóvel são: localização em área com demanda constante, tipologia com perfil de público amplo e versatilidade de uso.
Studios bem localizados têm alta procura para locação convencional e short stay. Salas comerciais em edifícios certificados atraem empresas nacionais e multinacionais com contratos de médio e longo prazo.
Os studios do Hall Design atendem simultaneamente jovens profissionais, servidores públicos, investidores de short stay e compradores que priorizam mobilidade urbana.
As salas do World Business e do Neo Corporate operam com demanda corporativa estável há mais de vinte anos no Centro Cívico. Essa consistência de ocupação ao longo do tempo é um dos indicadores mais confiáveis de liquidez real.
O projeto arquitetônico tem peso direto sobre o valor do imóvel no longo prazo. Um edifício mal planejado, com problemas de funcionalidade, conforto ou eficiência, deprecia mais rápido e custa mais para manter. Um projeto bem resolvido, com materiais de qualidade e soluções técnicas adequadas, preserva e amplifica valor com o tempo.
Certificações internacionais como o LEED e o Fitwel são formas objetivas de documentar esse padrão. O JG1698 conquistou o LEED Platinum e o Fitwel Viral Response – Distinction, sendo o primeiro edifício do sul do Brasil a receber esse segundo selo.
O Neo Corporate carrega o LEED Gold. Esses reconhecimentos não são decorativos: documentam eficiência energética, gestão hídrica, qualidade do ar interior e práticas construtivas que reduzem custos operacionais e ampliam o apelo do ativo para empresas com agenda ESG.
No segmento residencial, o Arte Batel exemplifica a curadoria técnica que a Víncere Incorporadora aplica aos seus projetos: fachada de Baggio Schiavon, interiores de Fernanda Marques e paisagismo de Luiz Carlos Orsini são escolhas que diferenciam o produto num mercado onde a maioria dos lançamentos de alto padrão usa os mesmos recursos visuais.
Antes de assinar qualquer proposta, vale passar por cada um desses pontos. Não como uma formalidade, mas como uma forma de tornar a decisão menos intuitiva e mais verificável.
| Critério | O que verificar |
| Localização | O bairro tem infraestrutura consolidada, mobilidade e demanda constante? Há oferta restrita de novos terrenos? |
| Histórico de valorização | Como o preço do m² se comportou nos últimos 3 a 5 anos? A alta foi consistente ou pontual? |
| Liquidez | O imóvel tem perfil de público amplo? É fácil locar ou revender sem grandes concessões de preço? |
| Projeto e padrão construtivo | O edifício tem certificações ambientais, arquitetura assinada ou soluções técnicas que diferenciam o produto? |
| Incorporadora | Quantos empreendimentos foram entregues? Em que prazo? Qual a reputação no mercado local? |
| Governança | A empresa tem estrutura que assegura continuidade independente de pessoas específicas? |
| Objetivo do investimento | O imóvel está alinhado ao seu objetivo: renda por locação, valorização patrimonial ou uso próprio? |
| Horizonte de tempo | Você tem clareza sobre por quanto tempo pretende manter o ativo? Imóvel de qualidade precisa de prazo para entregar retorno real. |
Vale ressaltar que nenhum desses critérios, isolado, garante um bom negócio. O que protege o investidor é a combinação deles apontando na mesma direção.
Comprar um imóvel na planta é, em parte, um ato de confiança. O comprador antecipa recursos para receber um produto que ainda não existe.
A incorporadora precisa ter histórico comprovado de entrega, capacidade financeira, governança estruturada e reputação no mercado.
Esses critérios não aparecem no folheto de vendas, mas estão disponíveis para quem pesquisa. Quantos empreendimentos a incorporadora entregou?
Em que prazo? Como foi a relação com compradores após a entrega? Quem são os arquitetos e parceiros envolvidos? A empresa tem estrutura de governança que assegura continuidade independente de pessoas específicas?
O histórico é o dado mais confiável porque já aconteceu, pois uma incorporadora que entregou empreendimentos reconhecidos há décadas carrega um nível de segurança que não é possível construir em poucos anos.
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O Grupo Noster está em Curitiba há mais de 70 anos. Atua em setores estruturais da economia: incorporação, locação de imóveis, transporte coletivo e geração de energia.
Sua governança corporativa, consolidada desde 2005 com Acordo de Acionistas e três conselhos de gestão, cria uma estrutura que sustenta decisões com coerência ao longo de gerações, sem depender de personalismos ou ciclos de mercado.
A Víncere Incorporadora, atuante desde 1978, tem um portfólio que inclui o World Business, o complexo Neo SuperQuadra, o Serra Juvevê, o Hall Design e o Arte Batel. Empreendimentos em diferentes bairros, com diferentes tipologias, mas com um vetor comum: localização estratégica, projeto de qualidade e inserção urbana pensada para o longo prazo.
A Víncere Locações, responsável pela gestão dos ativos corporativos do grupo, opera como proprietária e administradora dos edifícios, o que garante continuidade de cuidado e padrão de operação ao longo do tempo.
Para quem busca segurança patrimonial e decisões fundamentadas no mercado imobiliário de Curitiba, conhecer o portfólio do Grupo Noster é um bom ponto de partida.
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