Dados da ANEEL e estudos acadêmicos recentes indicam que PCHs e CGHs impulsionam o desenvolvimento regional, ampliando a arrecadação municipal, geração de empregos e investimentos em infraestrutura. Municípios que recebem esses empreendimentos registram avanços econômicos e sociais relevantes, especialmente durante a fase de construção e ao longo da operação
Esse tipo de transformação explica por que as usinas ligadas ao Grupo Noster têm influência direta no desenvolvimento de municípios do Paraná e do Mato Grosso.
Ao combinar energia limpa, infraestrutura moderna e operação responsável, os empreendimentos hidrelétricos do Grupo se tornaram vetores de dinamismo regional e de apoio à economia local.
Usinas hidrelétricas trazem consigo uma cadeia de efeitos que se estendem muito além da produção de eletricidade.
Durante a fase de obras (Capex), os empreendimentos geram centenas de empregos diretos e indiretos, priorizando a contratação de mão de obra local. Na fase operacional, mantêm postos técnicos qualificados e funções administrativas que garantem estabilidade econômica ao município.
No caso das PCHs, o impacto é ainda mais interessante: estruturas compactas conseguem gerar energia estável com menos intervenção no território, preservando rios e áreas de proteção permanente enquanto estimulam a economia local. O modelo beneficia tanto o ambiente quanto a população, criando trajetórias de desenvolvimento mais equilibradas.
Segundo relatório da ANEEL, municípios que recebem PCHs ou CGHs apresentam elevação média de 19,9% no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), reflexo da expansão da renda, da melhoria da infraestrutura e do fortalecimento de serviços públicos como saúde e educação.
O Grupo Noster atua por meio da AlleanZa Participações, com participação societária em empreendimentos operados pela PaineiraPar, que reúne 12 usinas hidrelétricas (entre UHEs, PCHs e CGHs) e 3 parques solares, totalizando 320 MW de capacidade instalada, dos quais 123 MW correspondem à participação direta do Grupo.
Além dessas unidades, o Grupo também participa de estruturas de maior porte, como a ELEJOR – Centrais Elétricas do Rio Jordão e o Complexo Fundão Santa Clara (CEFSC), que reúne duas usinas hidrelétricas e duas PCHs.
Em 2025, os empreendimentos com participação do Grupo geraram 622 milhões de kWh, com 123 MW de potência própria, volume suficiente para abastecer aproximadamente 260 mil residências.
A presença distribuída em diferentes regiões fortalece o abastecimento nacional, melhora a segurança energética e abre novas perspectivas para cidades que se desenvolvem ao redor das operações.
As usinas que integram o portfólio seguem programas estruturados de monitoramento ambiental aprovados por órgãos reguladores, incluindo acompanhamento da fauna, flora, qualidade da água, processos erosivos, sedimentos e execução de Planos de Recuperação de Áreas Degradadas (PRADs) para:
Além dos impactos econômicos diretos, são desenvolvidas iniciativas estruturadas nas regiões de atuação, incluindo materiais educativos sobre sustentabilidade e conservação de recursos hídricos para escolas das comunidades locais. Algumas das mudanças observadas incluem:
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Inaugurada em 2022 no município de Anahy (PR), a PCH Zeca Golin gerou 140 postos de trabalho durante a construção em uma cidade com cerca de 2.700 habitantes.
O investimento de R$ 50 milhões movimentou a economia regional e contribuiu para melhorias em infraestrutura, como acessos e estradas locais. Com capacidade instalada de 9,85 MW, a usina fornece energia limpa para milhares de residências na região Oeste do Paraná
As PCHs são instaladas próximas às áreas de consumo, reduzindo perdas de transmissão e aumentando a eficiência energética regional. Com 12 usinas hidrelétricas em operação no portfólio da PaineiraPar, os empreendimentos contribuem para o fornecimento de energia local e estadual, fortalecendo a segurança energética e a estabilidade do sistema.
A participação societária em geração renovável integra a estratégia de investimentos estruturais do Grupo Noster, contribuindo para o desenvolvimento regional, fortalecimento das economias locais e ampliação da oferta de energia limpa no Brasil.