O relatório State of the Global Workplace, da Gallup, aponta que organizações inseridas em ambientes associados a bem-estar e engajamento apresentam menor rotatividade e desempenho mais consistente ao longo do tempo. O espaço físico passou a integrar decisões estratégicas ligadas à cultura organizacional e à permanência de talentos.
Por isso, fica claro que as áreas de convivência em empreendimentos comerciais influenciam a cultura organizacional, pois estimulam relações profissionais mais ricas e ampliam o valor percebido do imóvel.
Em Curitiba, essa evolução acompanha a atuação do Grupo Noster, que, por meio da Víncere Incorporadora e da Víncere Locações, desenvolve empreendimentos corporativos alinhados à dinâmica contemporânea do trabalho e da cidade.
Áreas de convivência corporativas são espaços comuns projetados para ampliar a experiência de uso do edifício, criando pontos de encontro, pausa e interação entre profissionais, empresas e visitantes, para além da sala comercial tradicional.
Esses ambientes passam a integrar a rotina de trabalho e o fluxo do edifício, conectando pessoas, atividades e o próprio entorno urbano.
Exemplos de espaços:
Boa parte das conexões profissionais relevantes não acontecem em salas fechadas ou reuniões agendadas, não é verdade? Elas surgem em conversas espontâneas, encontros ocasionais e momentos de pausa. Empreendimentos que incorporam áreas de convivência bem posicionadas criam condições para que essas interações aconteçam com naturalidade.
Em edifícios corporativos com fluxo equilibrado e espaços de permanência qualificados, empresas de diferentes setores passam a compartilhar o mesmo ecossistema.
Assim, o convívio estimula trocas de experiências, aproxima perfis complementares e amplia as possibilidades de parcerias comerciais e institucionais, fortalecendo também a relação do empreendimento com a dinâmica urbana ao seu redor.
Ambientes corporativos que contemplam pausas, conforto visual, iluminação adequada e áreas de respiro contribuem diretamente para a saúde física e mental dos colaboradores.
O bem-estar no ambiente de trabalho deixou de ser um benefício periférico e passou a influenciar decisões de permanência, desempenho e identificação com a empresa.
As diretrizes do selo Fitwel, por exemplo, orientam projetos que priorizam circulação saudável, estímulo ao movimento, acesso à luz natural e espaços que favorecem o equilíbrio ao longo da jornada.
Empreendimentos que seguem essas práticas tendem a sustentar ambientes mais saudáveis, impactando positivamente a retenção de talentos e a percepção de cuidado por parte das organizações que ali se instalam.
É tão nítido quanto o impacto positivo desses ambientes a forma como os espaços são organizados. Isso porque eles influenciam comportamentos, relações e a própria cultura das empresas. Ambientes mais humanos e acessíveis favorecem a colaboração entre equipes, circulação de ideias e senso de pertencimento ao local de trabalho.
Quando áreas comuns são bem integradas ao cotidiano do edifício, elas estimulam interações menos hierarquizadas e mais horizontais, fortalecendo vínculos profissionais e criando um ambiente propício à criatividade.
Empresas inseridas nesse contexto tendem a desenvolver culturas organizacionais mais equilibradas, com reflexos diretos na produtividade e na satisfação das equipes.
Do ponto de vista imobiliário, áreas de convivência bem planejadas elevam o valor percebido do empreendimento. Elas ampliam a atratividade para empresas que buscam mais do que metragem, considerando também experiência, imagem institucional e qualidade do ambiente de trabalho.
Empreendimentos corporativos que integram essas áreas ao conceito arquitetônico costumam apresentar maior permanência dos locatários e maior liquidez ao longo do tempo. O edifício passa a ser visto como um ativo estratégico, capaz de acompanhar a evolução das formas de trabalho e das expectativas das empresas.
Em Curitiba, projetos como o Neo SuperQuadra e o Quadrata Cabral Mall exemplificam essa metodologia, ao integrar áreas comuns ao desenho urbano, ao paisagismo e à lógica de uso cotidiano. A arquitetura corporativa deixa de ser isolada e passa a dialogar com o entorno, com o bairro e com a cidade.
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Áreas de convivência corporativas bem inseridas contribuem para cidades mais vivas e conectadas. Ao estimular encontros, permanência e circulação, esses espaços reduzem deslocamentos desnecessários e fortalecem a relação entre trabalho, serviços e vida urbana.
Essa visão está alinhada aos valores do Grupo Noster com o desenvolvimento sustentável de Curitiba. Ao conceber empreendimentos que valorizam convivência, bem-estar e integração urbana, a Víncere Incorporadora e da Víncere Locações participam ativamente da construção de uma cidade mais equilibrada, funcional e humana.
Bons negócios nascem de bons ambientes. Para conhecer empreendimentos corporativos pensados para pessoas, relações e impacto urbano positivo, entre em contato com o Grupo Noster e agende uma visita.